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– Realizar coleta SOMENTE nos dias de SEGUNDA FEIRA até às 11:00hs e avisar imediatamente a Área Técnica.
– Preencher QUESTIONÁRIO OBRIGATÓRIO ATEND-F-044 (Sdoc/Qockpit).
– A Leucemia Mielóide Crônica (LMC) corresponde a 15% de todas as leucemias adultas.
– A média de idade de início da doença é 67 anos, entretanto, a LMC ocorre em todos os grupos de idade.
– A LMC é definida pela presença do Cromossomo Philadelphia (Ph) em um paciente com uma neoplasia mieloproliferativa. Ph resulta de uma translocação recíproca entre os cromossomos 9 e 22 t(9;22) que da origem ao gene de fusão BCR-ABL.
– O produto deste gene é uma proteína com uma atividade maior da tirosina quinase (p210), a qual desempenha uma função central na patogênese da LMC.
– Outra proteína de fusão, p190, também pode ser produzida na leucemia linfoblástica aguda Ph-positiva.
– A p190 é detectada em aproximadamente 1% dos pacientes com LMC.
– A Transcrição Reversa, seguida da Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real (RT-qPCR) é o método mais sensível disponível para a análise dos transcritos BCR-ABL, sendo capaz de detectar a presença de uma célula com o transcrito BCR-ABL entre 100.000 células normais.
– Este teste é indicado para diagnóstico e monitoramento da resposta à terapia com inibidores de tirosina quinase.
– É recomendada a avaliação dos níveis de transcrito BCR-ABL três meses após o inicio do tratamento e a cada 3 meses durante 2 anos após atingir a quantificação BCR-ABL 0,1%-1% (na escala internacional).
– Depois disto, recomenda-se repetir o teste a cada 3-6 meses. Caso ocorra aumento de 1 Log nos níveis de transcrito BCR-ABL com Resposta Molecular Maior (RMM), o teste deve ser repetido de 1 a 3 meses.