PORTAL DEMONSTRATIVO - ANÚNCIOS ILUSTRATIVOS

– Utilizar coletor limpo e seco, sem líquido conservante.
– Evitar o uso de antiácidos, laxantes, supositório e contraste oral (utilizado em exames radiológicos) no mínimo 3 dias antes da coleta das fezes ou conforme orientação médica.
– Retirar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal (início, meio e fim), de modo que complete pelo menos meio frasco.
– Após a coleta refrigerar a amostra imediatamente e transportar ao laboratório o mais rapidamente possível.
– Prazo máximo para recebimento: 1 dia, desde que refrigerada.
– A calprotectina é uma proteína encontrada nos grânulos citoplasmáticos dos neutrófilos.
– Concentrações elevadas de calprotectina nas fezes são observadas nas doenças inflamatórias intestinais (DII), como Doença de Crohn e retocolite ulcerativa.
– Níveis elevados de calprotectina também são observados em doenças infecciosas e neoplásicas do intestino. Por sua vez, as doenças funcionais do intestino, como síndrome do intestino irritável (SII), cursam com níveis normais de calprotectina.
– A quantificação dos níveis de calprotectina nas fezes é um exame útil para diferenciar pacientes com DII de pacientes com SII. Pacientes com DII apresentam concentração significativamente elevada de calprotectina nas fezes, enquanto pacientes com SII apresentam concentrações normais.
– Resultados de caprotectina acima de 200 mcg/g de fezes indicam doença inflamatória intestinal em atividade e apontam a necessidade de realização de testes adicionais como colonoscopia.
– As concentrações de calprotectina nas fezes se correlacionam com a atividade da DII, sendo útil no acompanhamento dos pacientes, pois o teste é um bom preditor de recidivas.