– Coleta uretral: colher preferencialmente pela manhã sem urinar, ou com retenção urinária
de 4 horas.
– Coleta de secreção endocervical:
. A paciente não deverá ter feito ducha vaginal nas 24 horas anteriores ao exame;
. Não fazer uso de desinfetantes ou medicações tópicas (caso estiver, aguardar 48 horas
após o término);
. Não manter relação sexual nas últimas 24 horas anteriores ao exame;
. Não deve ter feito exame ginecológico com o uso de iodo ou ácido acético nas últimas 24
horas;
. Não estar menstruada (caso estiver, aguardar 48 horas após o término da menstruação).
– Não realizamos coletas endocervicais em grávidas, virgens e crianças.
– Secreção conjuntival: vir ao laboratório preferencialmente pela manhã, sem lavar os
olhos e sem utilizar medicação tópica.
Região anal e perianal:
– Vir ao laboratório preferencialmente pela manhã sem defecar.
– As ISTs causadas pelas bactérias Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis na maioria das vezes estão associadas. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), a PCR é o teste de escolha para este diagnóstico. Um resultado negativo não exclui a possibilidade de infecção.
– Coleta inadequada de amostras, terapia antimicrobiana, presença de inibidores ou baixo número de organismos na amostra podem causar resultados falso-negativos.
– Persistindo suspeição clínicas de infecção gonocócica ou por clamídia, amostras adicionais devem ser coletadas. Este ensaio não deve ser usado para monitorizar tratamento visto que o DNA desses organismos pode persistir por várias semanas após a terapia. PCR em amostras de urina com este método não substitui o exame cervical e a amostragem endocervical para diagnóstico de infecção urogenital.