– A dosagem do C2 avalia a ativação da via clássica do sistema complemento e é útil principalmente no acompanhamento de doenças como o lúpus (Systemic Lupus Erythematosus).
– Como o C2 está presente em menor quantidade no sangue em comparação ao C3 e C4, sua redução ocorre mais cedo em situações de formação de imunocomplexos, podendo indicar precocemente a reativação da doença.
– Além disso, a deficiência hereditária de C2 é a alteração genética mais comum do sistema complemento e, em casos de ausência de atividade do CH50 com C3 e C4 normais, sua dosagem ajuda a diferenciar deficiência genética de consumo do complemento.